A entrega é o que está rodando
Tarefa concluída no board não conta. Conta o que já está no ar e alguém está usando.
Somos dois. Passamos anos liderando a tecnologia de operações que não podiam cair — Getnet, Softplan, Expresso São Miguel — antes de montar a Innovare pra fazer isso pelos outros.
Durante anos a gente foi o time interno que precisava fazer os sistemas rodarem todo dia, numa operação que não podia parar — quem levava a ligação quando caía às duas da manhã.
Por mais de 10 anos lideramos a tecnologia de uma grande operação — construindo aplicativos, integrações e modelos de IA que deram velocidade ao negócio. Foi ali que aprendemos, na prática, que software bom não é o mais bonito: é o que continua de pé quando tem dinheiro e gente dependendo dele.
Fundamos a Innovare pra levar esse jeito de trabalhar pra mais empresas. Entramos junto com a sua equipe, entendemos como o negócio funciona por dentro e construímos o que faltava — do diagnóstico ao sistema no ar.
Somos um time enxuto e sênior, de propósito. Você fala com quem decide e com quem constrói — sem camadas, sem repasse, sem terceirizar o seu problema.
A Innovare não nasceu de um pitch. Nasceu de mais de dez anos mantendo de pé a operação de outra pessoa.
A história não começou num pitch: começou do lado de quem usa a tecnologia todo dia, dentro de uma operação onde sistema parado vira prejuízo na hora.
Por mais de 10 anos, conduzimos times e construímos aplicativos, integrações e modelos de IA pra acelerar processos críticos do negócio — não pra demonstração.
Pegamos esse jeito de trabalhar e abrimos a fábrica de software: time enxuto, sênior, dono do problema, do diagnóstico ao sistema no ar do cliente.
Hoje, além da fábrica, operamos o Logos — nossa plataforma de agentes de IA que conectam, executam e tocam processos inteiros, 24/7.
Tarefa concluída no board não conta. Conta o que já está no ar e alguém está usando.
Quando trava numa dependência sua, a gente chega com a alternativa junto — não com a justificativa.
Log, monitoramento e rollback entram na primeira entrega, não numa fase de hardening que nunca chega.
Estimativa que furou você fica sabendo quando a gente percebe, não na semana da entrega.
Por uma conversa direta. Você explica o cenário, a gente faz as perguntas certas e devolve um diagnóstico com caminho técnico e prazo honesto. Só depois disso a gente fala em proposta.
Trabalhamos melhor com quem tem operação real e precisa de tecnologia que destrava resultado — de PMEs a áreas específicas de grandes empresas. Time pequeno e sênior, então escolhemos poucos projetos pra fazer bem feito.
Você. Todo o código e propriedade intelectual do que construímos sob medida ficam com o cliente, no seu repositório, na sua infra. Sem amarra de fornecedor.
A gente prefere modelos previsíveis: time dedicado mensal (squad/time-as-a-service) ou escopo fechado quando faz sentido. Sempre com clareza do que está incluso e do que muda quando o escopo muda.
Sim. Operamos remoto e atendemos clientes no Brasil e no exterior. Quando o projeto exige presença, a gente combina — mas o padrão é digital, com ritual leve e comunicação direta.
Escolhemos junto, com base no seu cenário. Não temos compromisso com stack — temos com o que roda, escala e se mantém. Web, mobile, integrações, automação e IA: usamos o que serve.
Conta pra gente o que a sua empresa precisa resolver. A gente responde com um caminho claro.